Curiosidades

Por que a urina tem cor amarela?

Por causa de uma substância denominada urobilina, derivada da degradação de hemoglobina. As hemácias velhas (com mais de 120 dias) são fagocitadas por macrófagos no fígado e no baço, lançando ao sangue a bilirrubina, que por sua vez é absorvida pelo fígado e acrescentada à bile. Nos intestinos, bactérias transformam a bilirrubina em urobilinogênio, o qual é oxidado e transformado em estercobilina, responsável pela cor das fezes. Parte do urobilinogênio é absorvido pelas células da parede intestinal e lançado novamente ao sangue, do qual novamente o fígado absorve a substância e novamente lança-a na bile. Mas nem todo o urobilinogênio é captado pelo fígado. Resta aos rins o trabalho de eliminar uma pequena parte da substância que volta ao sangue. O urobilinogênio oxida na urina, mas desta vez forma a urobilina, que muda o incolor da urina para amarelado.

Doenças:

Entre as doenças que afligem a população dos países que registram esse tipo de dado, os distúrbios renais ocupam o quarto lugar no número de casos. Suas causas são diversas: infecções, envenenamento, lesões, tumores, cristalização de substâncias, paralisia, problemas cardiovasculares, etc.

Uma doença curiosa é a glomerulonefrite, onde as células do sistema imunitário, entre outras causas, atacam e destroem os glomérulos renais. Por motivos não totalmente elucidados alguns glóbulos brancos produzem anticorpos que atacam os glomérulos renais. Doenças desse tipo são chamadas de doenças auto-imune.

Uma glomerulonefrite pode levar a inutilização dos rins, fazendo com que o sangue não mais seja filtrado, o que provoca o acúmulo das excressões e danos por todo o organismo. Uma maneira de amenizar o problema é pela hemodiálise, usando um rim artificial. A cura definitiva só pode ser alcançada com um transplante.

Hemodiálise

Paciente submetendo-se a hemodiálise. Note os tubos que partem e retornam ao braço do senhor.

Quando o rim perde certa capacidade de filtrar o sangue o paciente deve ser submetido à hemodiálise até que chegue sua vez para um transplante. O processo consiste em filtrar artificialmente o sangue através de uma máquina. Conectada a artéria braquial, a máquina, chamada rim artificial, faz com que o fluido corpóreo atravesse tubos de paredes semipermeáveis mergulhados em uma solução semelhante ao encontrado no plasma sanguíneo. As excreções difundem-se pelas paredes dos tubos e são retiradas do sangue, que limpo retorna ao corpo por meio de tubos conectados a veia basílica. Cada sessão dura entre 4 e 6 horas e deve ser realizada 2 ou 3 vezes por semana. O método é eficiente para remover as excretas do metabolismo, até mais veloz que o próprio corpo, porém não substitui a função reguladora de água e sódio, por exemplo, no sangue, além de ser um processo caro, sujeito a efeitos colaterais e muito desconfortável para o paciente.

Processo de hemodiálise

Transplante

O método mais eficiente e economicamente viável para tratamento de deficientes renais crônicos é o transplante. Trata-se da substituição dos rins doentes por um único órgão sadio. O Órgão pode ser obtido através de doador vivo ou cadáver. Tanto paciente quanto doador podem viver normalmente com apenas um rim no organismo.

Há de se observar a compatibilidade imunogênica entre doador e receptor, para evitar a rejeição, ou seja, para que as defesas do organismo receptor não destruam o órgão implantado. Mesmo assim o paciente deverá tomar remédios para neutralizar parcialmente a ação de suas defesas contra o rim novo para o resto de sua vida. Gêmeos idênticos (univitelinos) não sofrerão deste problema caso doem rins entre si.

Um obstáculo para a extinção das filas por órgãos é a falta de doadores. Dos cerca de 25 mil novos casos anuais de doentes renais crônicos no Brasil, apenas 3 mil encontram um doador, o que está muito, mas muito longe de ser o suficiente. Fato preocupante é que dos doentes que fazem tratamento por hemodiálise, no mundo, morrem cerca de 20%. Traduzindo os dados para o Brasil, se cruzarmos os dados de pacientes que conseguem doador com os que vêm a falecer, obtemos um aumento anual de 70% na fila dos transplantes de rim.

Outro fator preocupante é o tráfico e a venda de órgãos no mercado negro. Há relatos de moradores pobres da Índia que venderam um de seus rins por 15 mil rúpias (cerca de 550 reais), muitos não receberam sequer uma fração do dinheiro, enquanto traficantes cobram 40 mil dólares (ou 70 mil reais) para realizar o transplante na China. Neste mesmo país há indícios de execuções de prisioneiros para transplante de órgãos.

Cálculos renais

Devido a uma dieta muito rica em cálcio, sódio, etc, ou outros fatores uma pessoa pode desenvolver os chamados cálculos renais, que nada mais são do que acúmulos cristalinos dessas substâncias do aparelho urinário do paciente, formando verdadeiras pedras. O excesso de cálcio e sódio  faz com que o organismo se livre desses elementos e o faz pela urina. Este excedente pode ser tamanho que eleva a concentração de urina, provocando o acúmulo e cristalização dessas substâncias.  Esses cristais ao se acumularem podem bloquear a passagem da urina pelos ureteres, mas também podem se formar na pelve renal ou mesmo na bexiga urinária, após podendo migrar para a uretra. Como esta flui constantemente, a dor de um bloqueio completo, ou mesmo do movimento da pedra, pode ser insuportável e a pedra pode lesar as mucosas das estruturas.

Para evitar esse problema, recomenda-se beber muita água todo dia, evitando bebidas ricas em sódio e também procurar consumir laticínios moderadamente. Um indicador pode ser a presença de micro cristais de cálcio e sódio na urina, detectáveis por exame. A coloração da urina nada tem a ver com um fator de risco. O tratamento consiste em triturar a pedra por meio de ondas de ultra-som, que ao quebrar a pedra permitem que esta escoe e seja eliminada normalmente junto com a urina. Em outros casos a pedra já formada é expelida pelo próprio paciente durante a micção, que pode ser dolorida dependendo do tamanho da pedra.

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Regulação da Atividade Renal

Como já descrito, a urina contém água e quase sempre substâncias úteis ao organismo que foram eliminadas por se apresentarem em excesso. Como praticamente todas as substâncias circulando pelo corpo passam pelos rins, para controlar o que é excesso para o organismo, o corpo produz hormônios que estimulam ou inibem a reabsorção de certas substâncias, atuando diretamente nos rins prevenindo desidratação e que toda a substância útil seja eliminada.

A figura a seguir serve de guia para localizar algumas partes importantes no controle da função renal

Alguns mecanismos de controle desse tipo:

Regulação de reabsorção de água.

Quando bebemos pouca água o corpo torna a urina mais concentrada, diminuindo a concentração de água na excreta. O inverso ocorre quando bebemos muita água, um desequilíbrio no corpo faz com que os rins mandem uma urina mas diluída. Isso contribui para que nosso corpo não sofra de desidratação ou de intoxicação por água (sim, isso existe). A concentração de água no sangue é captada por certas células do cérebro e influi na liberação do hormônio Antidiurético, ou ADH, no sangue. Esse hormônio, produzido pelo hipotálamo e armazenado e liberado pela hipófise, atua sobre os túbulos renais provocando a reabsorção da água. Sendo assim, quanto menor a quantidade de água no organismo, maior a necessidade de reabsorção de água do filtrado glomerular e maior a liberação de ADH no sangue. O inverso também ocorre, quanto mais água, menor a necessidade de reabsorção e menor a liberação de ADH.

Regulação de reabsorção de Sódio

A balanço de líquidos do nosso corpo depende diretamente da concentração de sódio. Quando este apresenta-se excessivamente concentrado estimula centros nervosos do hipotálamo, que causam a sensação de sede, para alertar que o corpo precisa de água para diluir o sódio em excesso do sangue. Se a pessoa ingerir líquidos, o sangue diluído reduz a concentração de sódio aos níveis normais, porém aumenta o volume sanguíneo. Para que não ocorra aumento na pressão arterial o corpo precisa eliminar esse excesso de água também, processo descrito anteriormente.

O controle da quantidade de sódio no sangue é feito pelo hormônio Aldosterona, secretado pelo córtex da glândula adrenal, que atua sobre o túbulo néfrico e sobre os dutos coletores estimulando a reabsorção de sódio. A liberação desse hormônio é regulada pela enzima renina e pelo peptidio angiostensina. Se a pressão do sangue cai ou se a concentração de sódio baixa, os rins liberam renina no sangue. Esta por sua vez serve de catalisador para a formação de angiostensina a partir de angiostensinogênio, uma substância produzida no fígado. O peptídeo faz com que os vasos sanguineos se contraiam, o que provoca aumento da pressão arterial e estimula a secreção de aldosterona.

Quando o volume de sangue aumenta, pela ingestão de líquidos para diluir o sódio, por exemplo, o coração auxilia a eliminação de sódio como regulador da pressão. A pressão elevada faz com que os átrios cardíacos se expandam mais, o que induz certas células nos átrios do coração a secretarem o hormônio PNA (peptídio natriurético atrial). Esse hormônio inibe a secreção de renina (o que faz com que não seja produzida angiostensina, que contrai os vasos sanguineos), Aldosterona (o que desestimula a reabsorção de sódio) e ADH (o que faz com que menos água seja reabsorvida). Tudo isso contribui para que mais água com mais sódio seja eliminada na urina. O PNA também inibe substâncias vasoconstritoras, reduzindo a pressão arterial.

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Fisiologia do Sistema Urinário

Os rins exercem controle de qualidade sobre o sangue. Não só substâncias indesejáveis são captadas pelo órgão. Substâncias em excesso também são retiradas do sangue a fim de manter a concentração normal no organismo, para manter o equilíbrio. Se uma pessoa beber muita água por exemplo, a urina será mais diluída. Assim como em uma dieta rica em vitaminas hidrossolúveis. O excesso é eliminado do organismo pela urina.

O sangue a ser filtrado pelo rim chega pela artéria renal sob alta pressão (afinal a artéria renal é uma ramificação direta da aorta), que se ramifica em muitas pequenas artérias denominadas artériolas aferentes. Cada uma dessas penetra na cápsula renal, onde o sangue flui por um enovelado de capilares, o glomérulo renal. Ao sair da cápsula, a arteríola recebe o nome de eferente e ramifica-se formando um emaranhado de vasos sanguíneos que envolve o túbulo néfrico. Devido à pressão, um líquido, a urina inicial (ou filtrado glomerular), extravasa do sangue para a cápsula renal. Este líquido compartilha semelhanças com o plasma sanguineo, um composto de moléculas de pequeno tamanho, como água, sais minerais, glicose, uréia, etc., mas sem proteínas, lipídios e obviamente sem células. O filtrado passa para o túbulo néfrico, onde as substâncias úteis ao organismo e que não estejam em excesso são reabsorvidas por um processo ativo, ou seja, onde há gasto de energia por parte das células renais envolvidas. Por dia, quase 2.000 Litros de sangue passam pelos rins de uma pessoa adulta, formando cerca de 160 L de filtrado glomerular, dos  quais são absorvidos 1,5l de urina. O filtrado vai se tornando cada vez mais concentrado a medida que vai perdendo água pela alça néfrica. A porção seguinte do túbulo néfrico, o contorcido distal, absorve ativamente substâncias indesejáveis ao organismo, como amônia e ácido úrico. Ao chegar no túbulo coletor, logo no fim do túbulo néfrico, o filtrado tornou-se urina, rica em uréia, e é conduzido pelos canais do rim até os ureteres. O sangue que sai das ramificações da arteríola eferente é conduzido para uma vênula ligada à veia renal, que por sua vez conecta-se a veia cava inferior, que leva o sangue dos membros inferiores de volta ao coração.

O esquema a seguir ilustra o caminho do sangue (em vermelho) e da urina (em amarelo):

As imágens mostram néfrons mais uma vez, para que você acompanhe melhor as descrições acima

Eliminando a Urina

O filtrado que flui pelos ureteres acumula-se na bexiga, onde é armazenado até enchê-la. O processo seguinte, micção, é um processo voluntário e ocorre no momento em que o cérebro percebe que a ação é possível, ou seja, quando a pessoa se sente confortável para urinar, quando está no local próprio para isso, por exemplo.

O trabalho dos esfíncteres urinários são voluntários e involuntários, por isso somos capazes de controlar e até mesmo interromper a micção. Recém nascidos molham fraldas justamente por não terem desenvolvido esse controle ainda e urinam de forma reflexa sempre que a bexiga se repleta de líquido.

A bexiga cheia emite impulsos avisando o cérebro da necessidade. Quando os fatores de conforto são atendidos, ou quando a bexiga não pode mais segurar, o cérebro emite impulsos que estimulam a contração dos músculos da bexiga e o relaxamento dos esfíncteres uretrais.Com isso a urina flui pela uretra e para fora do corpo. Os músculos da região pélvica também auxiliam na micção, sobretudo nas mulheres.

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Componentes: Vias Urinárias

Vias urinárias

Os demais órgãos do sistema têm função de transporte, armazenamento e expulsão da urina, não participando da formação das excretas. São eles:

Ureteres: dois canais com a função de levar a urina da pelve de cada um dos rins até a bexiga. Suas paredes são formadas por três camadas de tecido. Uma fibrosa externa, uma muscular não-estriada intermediaria e uma mucosa interna. Cada ureter desemboca em uma parte lateral posterior da bexiga urinária. Também realizam movimentos peristálticos com o objetivo de facilitar a condução de urina.

Bexiga urinária: É uma bolsa de parede muscular localizada na cavidade pélvica, logo atrás do local onde se juntam os ossos púbicos (sínfise púbica), a frente do reto. A diferença entre os sexos é que nas mulheres, o útero separa a bexiga do reto. A função do órgão é armazenar a urina que flui incessantemente dos ureteres para depois eliminá-la do organismo pela uretra. Em uma pessoa adulta ela armazena 300 ml de excretas, podendo chegar até a 800 ml.

Uretra: é por onde flui a urina quando esta está para ser eliminada. A partir da bexiga, com a qual se comunica, no sexo masculino ela tem em média 18 cm, também faz parte do sistema genital e é distinguida em três regiões. A primeira tem cerca de 3 cm de comprimento e é aquela localizada dentro da próstata e por isso recebe o nome de uretra prostática.. A seguinte atravessa a musculatura do períneo e recebe o nome de uretra membranosa, tem 1 cm de comprimento e é envolta por um anel de musculatura estriada esquelética, o diafragma urogenital, responsável pelo controle voluntário da micção. A última porção percorre o corpo esponjoso do pênis e por isso é chamada de uretra esponjosa, na extremidade da qual há uma abertura para o meio externo.

A uretra feminina também parte da bexiga, mas é exclusiva do sistema urinário. Mede cerca de 3cm de comprimento e abre-se para o exterior entre os pequenos lábios do pudendo feminino, logo abaixo do clitóris.

As imagens abaixo ilustram as diferenças entre os sexos.

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Componentes: Estrutura dos Rins

Rins: Encontrados aos pares em cada indivíduo, são órgãos de cor marrom avermelhada em forma de grãos de feijão. Possuem cerca de 10 cm de comprimento e ficam alojados na parte posterior da cavidade abdominal, logo abaixo do diafragma e um de cada lado da coluna vertebral. O rim direito posiciona-se um pouco mais abaixo com relação ao esquerdo. Cada rim possui um canal urinífero, que desemboca na bexiga urinária, e uma glândula supra-renal. São envoltos por três camadas de tecido. Da camada mais externa ao rim para a mais interna, respectivamente são: fáscia renal, cápsula adiposa e cápsula fibrosa. A parte do órgão imediatamente sob a camada mais interna é chamada medula renal e apresenta várias estruturas triangulares conhecidas como pirâmides renais, que são agrupamentos de dutos responsáveis por coletar a urina produzida nos nefros. No vértice que aponta ao centro do órgão de cada pirâmide localizam-se as papilas renais, onde desembocam os dutos coletores de urina. As papilas são envolvidas pelos cálices menores, que por sua vez se unem para formar os cálices maiores, cuja reunião forma a pelve renal, para onde é escoada toda a produção de urina do órgão

Néfrons:

São estruturas tubulares responsáveis pela captação das toxinas do sangue, logo responsáveis pela formação da urina, localizadas no córtex renal. Em uma das extremidades há uma pequena estrutura em forma de taça, a cápsula renal (de Bowman) no interior da qual se situa o glomérulo renal ou glomérulo capilar (de Malpighi), formado por capilares sanguíneos enovelados ligados a artéria renal por uma arteríola. O conjunto da cápsula e do glomérulo recebe o nome de corpúsculo renal.

A cápsula renal comunica-se com mo túbulo néfrico, que apresenta três regiões: o túbulo contorcido (ou enovelado) proximal, a alça néfrica (túbulo reto ou de Henle) e túbulo contorcido (enovelado) distal, que converge para o duto coletor. Este último leva a urina até a papila renal, de onde ela flui pelos cálices menores, maiores, até chegar à pelve renal e ser conduzida pela bexiga.

O organograma abaixo também ajuda a compreender a organização dos rins:

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Sistema Urinário Humano

Função:

É responsável pela maior parte de nossa excreção. Excreção no sentido de qualquer processo pelo qual um organismo se livra de substâncias indesejáveis resultantes de seu metabolismo, ou seja, inclui tanto o que é”produzido” pelo sistema urinário, quanto pela transpiração, respiração e digestão. O termo é mais empregado para definir substâncias eliminadas que contenham nitrogênios em sua composição, resultantes principalmente da assimilação de aminoácidos.

Boa parte de nossa dieta se apóia em proteínas, formadas por aminoácidos. Nosso organismo utiliza esses aminoácidos para construir suas próprias proteínas e para produzir energia na respiração celular. Nesse último caso, as moléculas de aminoácidos perdem seu grupo amina (são “desaminadas”) e são transformadas em glicose. Esse processo é chamado de gliconeogênese.

No organismo humano a desaminação ocorre principalmente no fígado, onde os grupos amina são transformados em uréia:

2 NH3 + CO2 => H2NCONH2 + H2O

A uréia é levada ao sangue, e dele removida pelos rins, que junto com água, sais minerais em excesso e outras substâncias nocivas ao organismo em excesso, são eliminados do organismo pela urina.

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Sobre o nome do blog

O nome que havíamos escolhido já tinha sido usado, portanto usamos os apelidos de sala de aula e decidimos por manter o cabeçalho, que ficou até maneirinho.

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